Queijo Canastra: o valor cultural de um saber que atravessa gerações
Conhecer o Queijo Canastra é também conhecer um modo de viver e trabalhar. Na região, o produto faz parte de uma tradição que conecta famílias, território e memória.
O patrimônio está no saber fazer
O Iphan reconhece o modo artesanal de fazer queijo nas regiões do Serro, da Canastra e do Salitre/Alto Paranaíba como Patrimônio Cultural do Brasil. Seu registro destaca as técnicas próprias de cada região e elementos compartilhados, como o leite cru e o pingo, fermento natural utilizado na produção.
Em dezembro de 2024, os modos tradicionais de fazer o Queijo Minas Artesanal foram inscritos na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO. O reconhecimento se refere aos saberes e práticas culturais; não é um prêmio individual de uma marca ou fazenda.
Uma visita que valoriza o produtor
Como proposta editorial, procure conhecer a história de quem produz, pergunte sobre a origem e respeite a rotina da propriedade. Antes de viajar, confirme se o produtor recebe visitantes, se há necessidade de agendamento e quais condições se aplicam. Esta matéria não anuncia visitas, degustações ou vendas disponíveis.
Fontes e atualização
Fontes: Iphan — registro do modo artesanal de fazer Queijo de Minas; UNESCO — decisão 19.COM 7.B.25. Consulta: 13/10/2026. Texto: Rota da Canastra, sem patrocínio e sem visita de campo.
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